No ringue do rock

As brigas de Carlos Brandão pela diversidade na cultura goiana

Foto: Gustavo Rezende

Carlos Brandão em seu escritório cheio de balangandãs, no Centro Cultural Goiânia Ouro

Pressão alta e dor de cabeça no entrevistado. Motivos para atrapalhar a qualidade da conversa? Não se o papo for com Carlos Brandão. Dono de uma simpatia sem tamanho, falou sobre a experiência que teve em mais de 40 anos de atuação na cena cultural de Goiânia.

Começou como ator, aos 17 anos, e continua até hoje, na área artística, como administrador do Centro Cultural Goiânia Ouro. Uma das pessoas na cena com conhecimento de fato sobre os trâmites da cultura goianiense. Contou histórias surpreendentes sobre a época em que administrava o Martim Cererê, um dos redutos do rock goiano.

Nos bastidores dos festivais, Brandão possibilitou que muita gente se divertisse e batesse cabeça. Seu jogo de cintura, junto a algumas decisões sérias ou, no mínimo, curiosas, salvaram mais de um espetáculo no Martim Cererê.

E, talvez, essa relação com o rock seja a raiz de sua dor de cabeça. Para onde quer que vá, Brandão ainda sente-se vigiado, devido à "peste que o rock lhe deixou".

Na entrevista, ele explica como o rock devolveu o Martin Cererê para a cidade e de que forma fazer um festival sem dinheiro. Abaixo acompanhe uma pequena mostra da conversa. A íntegra, só na estreia do site!

 

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