Goiânia para o mundo

A rede social dos fanzines

Sabe o blog? E a gama de possibilidades que você pensa ser possível só por causa da internet? Como contato com pessoas do outro lado do mundo, informações à vontade e comunidades virtuais? Então, meu amigo, você ainda precisa aprender muito sobre o mundo dos fanzines.

Bem antes da popularização da internet no Brasil, os garotos do punk já eram responsáveis por levar longe o nome de Goiânia. Em uma entrevista super agradável na Hocus Pocus, Glauco - músico, DJ e fã incondicional dos fanzines - nos contou sobre como funcionava esse universo.  

A idéia é simples: um pensamento a compartilhar e algumas cópias a reproduzir. Através de pequenas publicações feitas à mão ou em máquinas de escrever, e com muita colagem, eram produzidos os fanzines. Eles formavam redes tão grandes que alguns goianienses, como Glauco, chegavam a receber edições da China, Finlândia e outros países.  

Glauco também mostrou a importância do movimento punk na construção da cena goiana desde o fim da década de 1980. E se antes havia divisões e disputas entre as vertentes do rock, para Glauco, o cenário atual é de união e de cooperação entre os participantes. 

Se você freqüenta a cena rock’n’roll goianiense, provavelmente, já viu essa figura. Mas talvez não saiba o quanto é possível aprender em uma conversa com esse autêntico punk. Para variar, apenas um gostinho da ótima entrevista com Glauco.

Fanzines Glauco Punk 
Postado em 10/03/2011 às 13h25

 

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